Friday, February 1, 2008

we’re half-awake in a fake empire

Não se pode estar mais em cima do muro. Nem assobiar para o lado e fingir que nada se passa. Hoje mais cem mortos se juntam ao milhão de iraquianos já mortos desde a ocupação dos EUA e aliados. Neste conflito, de que lado estás?

só mais uma e um pedido

Toda a gente vai a Glasgow. Desde que os The National também vão.



Fake empire, The National

slow show



slow show, the national

todos os filmes

É aproveitar, que a silly season ainda tarda. Felizmente.





última apresentação sem xanax

Acabou-se. Não faço outra apresentação sem estar devidamente drogada. O meio frasco de valerianas foi tão útil como um copo cheio de água. Não dormi bem nas duas últimas noites antes da apresentação e acordei no dia com vontade de fugir e de desistir do doutoramento. Quanto mais apresentações faço pior me sinto. Não fui feita para falar, acreditem.

saudades do futuro

Saudades do futuro é dos melhores sentimentos que se pode ter - sinónimo de esperança no que o dia de amanhã pode trazer. Gosto desta expressão (já feita em música), só na aparência contraditória. Ter saudades é um sentimento forte, talvez um dos maiores que podemos experimentar, e que nos preenche em tantos dias. Ter saudades do futuro assume dimensões maiores do que a vida.

bandas sonoras da vida

Acho que todas as pessoas que gostam de música e que passam parte do dia a ouvi-la não deixam de associar fases da vida a albúns e a canções, mas também a estados de alma. Há músicas que me recordam instantaneamente episódios que já vivi, nítidos e com cores vivas. Músicas que me deixam triste e melancólica ou com energia para começar um dia novo e a tornar verdadeiras decisões tomadas.
P.S. Obrigada aos senhores dos The National e ao senhor Beirut pela companhia nesta última semana e meia. No último slide da apresentação faltou esta referência, logo a seguir à FCT. Ou antes, talvez.