Thursday, May 10, 2007

thistle

Um dos símbolos nacionais da Escoce é o thistle, a par da bandeira ("saltire", que representa a cruz de St Andrew, patrono da Escoce), do kilt (ou tartan, ainda não sei a diferença) e das jóias da coroa. Aquando de uma invasão escandinava, o alerta foi dado pelos gritos de dor dos invasores ao pisarem esta flor, bonita mas cheia de picos.

scottish word of the week

WEE adj. 1. Small, tiny, little, restricted in size (Sc. 1710 T. Ruddiman Gl. to Douglas Aeneis, 1808 Jam.). Gen.Sc. Compar. weeer, superl. weeest, weeist, wiest. Freq. used redupl. as wee, wee, and with other dim. words, little wee, wee sma, teeny wee, and with (or in place of) dim. forms of the n. in -IE, -OCK. Deriv. weeness, smallness, small size

Thursday, May 3, 2007

o concerto

Gostei muito do concerto. Mas já lá vamos. Cheguei bastante cedo e não é que dei logo de caras com o Bill, o próprio? É tipicamente uma situação em que o avançado tem pela frente a baliza escancarada, sem guarda-redes, pode marcar golo até a fazer o pino, e falha redondamente e miseravelmente. Pois é, nem esbocei um tímido hello, quanto mais um nice to meet you, like your music.
O ABC parece-se muito com o Ritz Club em Lisboa, é pelo menos o melhor equivalente que consigo arranjar, tem um bar e as pessoas ficam simplesmente a beber e a ouvir música. Estive a ouvir o Bill a não mais que 10 passos dele, e a voz dele ao vivo é, de facto, impressionante. Tocou quase todas as músicas do álbum, com arranjos muito bonitos e diferentes do gravado, e algumas músicas dos Smog.
O rapaz não fala muito entre músicas (um mero thanks foi o que se ouviu), tem um olhar quase inexpressivo ou circunspecto, foi bebericando o que me pareceu ser vinho branco, e sorriu timidamente para a banda, por duas ou três vezes. Mas mesmo no final, exactamente antes da última música, depois de ouvir a lista de pedidos dos mais acérrimos, disse qualquer coisa como “This is the last song I’m going to sing tonight, but don’t worry, one thing I've learned in the last 20 years is that I can wrap things up. That and the fact that my voice, in the morning, looks like George Bush’s voice”. E demonstrou, entre risos, como era capaz de fazê-lo. Muito, muito bom.

Tuesday, May 1, 2007

viva o 1º maio

"Goddamn reds us driving' the country to ruim", he says, an' "We got to drive these here red bastards out". Well, there were a young fella jus' come out west here, an' he's listenin' one day. He kinda scratched his head an' he says "Mr. Hines, I ain't been here long. What is these goddamn reds? (...) A red is any son-of-a-bitch that wants to win thirty cents an hour when we're payin' twenty-five!"(...) "Well, Jesus, Mr Hines, I ain't a son-of-a-bitch, but if that's what a red is - why, I want thirty cents an hour. Ever'boby does. Hell, Mr Hines, we're all reds".

in Vinhas da Ira, John Steinbeck

temos vacinas?

Os plasmídeos estão bem, UPI! Agora é fazer figas para eu sair da Escoce, que bom que seria, com uma promessa de vacina :)

ai ai

O Adriano tem um ensinamento muito válido, que é mais ou menos assim. Uma pessoa que queira fazer uma carreira em ciência, das duas uma: ou é um génio, com sorte, e as descobertas vão aparecendo, ou tem que primar pela persistência e constância para conseguir resultados. A isto eu acrescento um coração e uns nervos de aço. Eu encaixo na segunda opção: acredito na regularidade e no trabalho, mas falho nos outros pré‑requisitos. Hoje estou à espera de ver como é que estão os meus plasmídeos para poder começar com as experiências com os ratinhos e estou à beira de um ataque de nervos… Por isso, toca de mandar pensamentos positivos aqui para a Escoce, que só de pensar em ter que fazer tudo de novo…